quinta-feira, 28 de maio de 2009

Desenho no gesso

Conheci um leitor da Revista A TURMA que, ao descobrir que sou o ilustrador, me pediu para fazer um desenho em seu gesso. Adorei a experiência! Um abraço, Lucas Lanza!

Edição saindo do forno

A edição de junho/2009 da Revista A TURMA acaba de chegar da gráfica e já estamos encaminhando os exemplares para a casa de nossos assinantes. É tão bom o cheiro de páginas recém impressas!...

quarta-feira, 27 de maio de 2009

The animals save the planet


Essa dica é para quem curte desenho animado. Existe alguém que não goste? Descobri um site muito divertido onde é possível assistir a curtas com temas ecológicos. É só clicar em See the shorts e esperar a barra inferior ser preenchida. Cada espaço da barra contém um curta diferente. Escolham um e divirtam-se!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Meus xarás

Vocês podem reparar: em quase todo filme a que vocês forem assistir, aparecerá um Eric na equipe de produção do filme. Observando esse fato (muuuuito fantástico!), resolvi dar início a uma divertida tarefa: enumerar, neste blog, alguns ERICs que aparecem por aí, seja no cinema, na música, no teatro, na televisão, na vida real ou na ficção. Procurarei fazer para essa "seção" alguns desenhos relacionados aos sortudos que carregam um nome tão lindo! Hehehe. Pode ser algo mais elaborado como uma caricatura, mas também podem ser apenas uns esboços. Vai depender do meu tempo livre.

É claro que o primeiro xará da lista só poderia ser um personagem de quadrinhos. Confiram na próxima postagem!

Eric Draven

Tenho vários xarás no mundo da ficção. Vamos começar por Eric Draven.

Eric Draven é mais conhecido como O Corvo. Algumas pessoas conhecem o personagem através da primeira adaptação cinematográfica estrelada pelo ator Brandon Lee (filho do Bruce Lee), que foi morto no set de filmagem.

O personagem foi criado por James O´Barr. Na história original, Eric Draven era um homem feliz, pois era casado com Shelly, uma mulher a quem amava mais que tudo e com a qual vivia numa casa adorável. Mas um dia, Eric é assassinado por um bando de viciados, sem nenhum motivo, enquanto tentava consertar seu carro, que havia quebrado numa estrada. E assiste ao estupro e assassinato de Shelly.

Um ano depois, Eric é trazido de volta por um corvo à cidade de Detroit para reclamar vingança contra os assassinos, matando-os um a um. A história é baseada numa lenda em que o espírito dos mortos é conduzido por um corvo. É cheia de referências a Edgar Allan Poe, Heavy Metal e cultura gótica. Interessante!

Mais interessante ainda é saber que o autor perdeu sua namorada, em 1980, num acidente causado por um motorista bêbado. Ela se chamava Beverly e tinha apenas 18 anos.

Bom, Eric Draven é um dos meus xarás no mundo da ficção. Mas o mundo conhece outros ERICs que estão doidos para despontarem no meu blog.

E você? Gostou da brincadeira? Conhece algum Eric famoso por aí?

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Leitura: Os Segredos dos Roteiros da Disney

A Panda Books acaba de lançar o livro Os Segredos dos Roteiros da Disney: Dicas e Técnicas para Levar Magia a Todos os seus Textos, escrito pelo americano Jason Surrell, roteirista e produtor da Walt Disney Imagineering.

No livro, artistas e roteiristas que estão por trás dos filmes consagrados da Disney dão dicas sobre como escrever uma trama atraente, como alinhavar uma história, construir os personagens, como recriar textos clássicos e os demais aspectos que envolvem o processo de criação de um texto. O livro tem 228 páginas, formato 14 x 21 cm e custa R$ 35,90.

Mais um livro que precisa ocupar um espaço na minha estante. Gosto muito de ler livros que ensinam técnicas para se escrever o roteiro de alguma narrativa (filme, teatro ou histórias em quadrinhos, por exemplo).

Para quem se interessar também, clique aqui e obtenha mais informações no site da editora.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Quadrinhos nas escolas

Há pouco tempo, eu estava planejando um texto sobre o fato de histórias em quadrinhos não serem exclusivamente histórias para crianças só porque são contadas em quadrinhos. Eu estava “cozinhando” o texto ainda, quando li ontem (19/05), no jornal Folha de São Paulo, que foi determinado o recolhimento do álbum Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol, da editora Via Lettera.

Para quem não sabe, a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo distribuiu o álbum a escolas para ser usado como material de apoio por alunos da terceira série do ensino fundamental.

A matéria do jornal, intitulada "SP distribui a escolas livro com palavrões", revela que o governo de São Paulo comprou um álbum em quadrinhos com palavrões e conotação sexual.

Agora... Vamos pensar! Quem disse que uma história pode ser indicada para crianças só porque é uma história em quadrinhos? No caso do álbum, são 11 histórias feitas por artistas diferentes! Está na cara que o livro não é indicado para crianças e que o erro foi de quem (não leu e) indicou o álbum para o programa Ler e Escrever.

O que mais me incomodou foi a declaração do José Serra, governador de São Paulo, na TV Globo. Ele disse que o álbum é de "muito mau gosto", criticando os artistas e a editora. Ah, por favor, não venha me dizer uma coisa dessas! Não tem nada de errado com álbum, não é nele que está o problema. Nem nos quadrinhos, de forma geral!

A iniciativa de incluir leitura do gênero “histórias em quadrinhos” nas escolas é louvável. Mas devem ser bem escolhidos os livros, pois nem todos foram planejados para crianças, assim como todo livro que uma editora costuma publicar nem sempre é. A história do Caco Galhardo, a mais criticada do álbum da Via Lettera, por exemplo, é perfeita para se estudar na universidade, num curso superior de Letras, onde os estudantes já não são mais crianças.

Já passou da hora de abolir a idéia de que quadrinhos é coisa apenas para crianças. Passou da hora de divulgar tal idéia pela mídia!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Saudade de jogar RPG


Chuva sempre me faz lembrar dezembro, que me lembra férias que, por sua vez, me lembra da época em que eu ficava na casa de meus amigos jogando RPG. Em épocas de chuva, era o passatempo favorito da minha turminha nerd (junto com o vídeo game).

Outro dia, um amigo me pediu para desenhar o personagem que ele criou para uma sessão de RPG. Enquanto eu desenhava, me bateu uma saudade da época em que eu representava guerreiros, vampiros, magos... oh, época boa! Não precisava me preocupar com quase nada, a não ser em ler os livros para aprender as regras de cada sistema de RPG (Gurps, Storyteller, 3D&T, entre outros).

Mas depois, todo mundo começou a trabalhar e não sobrou mais tempo para se dedicar ao RPG. Livros, dados e fichas tiveram de ser encaixotados. E nunca mais experimentei uma partida.

Para quem não sabe, RPG é um jogo de fantasia que significa Role Playing Game (Jogo de Interpretação de Papéis). Cada jogador representa um personagem, numa história fictícia que é decidida por um conjunto de regras e pelas situações que são criadas por um juiz (ou mestre). O mestre é o jogador que controla o jogo. Ele é o responsável por criar aventuras para os personagens que são representados pelos outros jogadores. Exemplo: o mestre diz ao jogador que a casa de seu personagem está sendo invadida por um bando de animais ferozes e, em seguida, pergunta o que esse jogador decide fazer. E, assim, a história se desenvolve (por horas, dias ou até semanas). Ou seja, basta ter imaginação!

Para jogar RPG é preciso apenas possuir um livro de regras (que pode ser encontrado em livrarias especializadas ou na Internet), dados multifacetados (dependendo do livro, é preciso usar dados de 3, 4, 6, 10 e até 20 lados, que também podem ser encontrados em livrarias especializadas ou na Internet), lápis e fichas para anotar as características dos personagens.

Existem vários cenários de ambientação, para histórias de todos os gostos: fantasia medieval, cyberpunk, terror, ficção científica etc. Qualquer história pode ser adaptada para as regras de um sistema de RPG.

Um dia, talvez, eu mate a saudade. Por enquanto, vou assistindo a filmes no mesmo estilo de Senhor dos Anéis e...desenhando muito!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Primeirinha

Resolvi me ingressar no mundo das tirinhas. Segurem-se... hehehe!

Oração

Uma das seções mais regulares da Revista A TURMA é Orações. E agora que a Revista ganhou impressão colorida, tenho gostado ainda mais de ilustrar a seção. Desde 2005, as orações são escritas pelo Pe. Vanderci Coelho de Oliveira, que sabe captar o espírito infantil dos leitores da Revista. Abaixo, segue a oração da edição de maio/2009, como pequena amostra. Confessem, é bonitinha!

Senhor, hoje fui visitar um amigo que está muito doente.
E quero pedir que cuide dele.
Envia um anjo que fique sempre a seu lado.
Abençoa, também, a sua mãe, o seu pai,
a sua irmã e todos os que cuidam dele.
É muito triste ficar doente.
Peço, ainda, por todos aqueles que estão enfermos,
nas casas e nos hospitais,
para que recebam teu carinho e proteção.
Amém!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Ecocartum

Biratan Porto é um artista de Belém do Pará, de talento mundialmente reconhecido. Já venceu importantes salões de humor no Brasil e no exterior. Tem sete livros de humor editados e trabalhos publicados nos EUA, Itália, México, França, Bélgica e Holanda.

Recentemente, criou um blog com uma iniciativa muito bacana: reunir alguns de seus desenhos de humor ecológicos, juntamente com o de outros artistas que quiserem participar. No blog, também é possível divulgar textos, livros e eventos relacionados ao tema. Vale a pena conhecer!

Como gostei do tema, fiz o cartum abaixo. Para conhecer o blog Green Cartoon, clique
aqui.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Alegria


Essa é uma ilustração que fiz para a edição de maio da Revista A TURMA, em homenagem às pessoas que se dedicam a visitar os pacientes de hospitais, levando alegria, bom humor e palavras de carinho para quem precisa.

Vem aí o 6º FIQ!


Espero ansiosamente pela 6ª edição do FIQ (Festival Internacional de Quadrinhos), que ocorrerá de 6 a 10 de outubro, em Belo Horizonte. Dessa vez, o Festival será realizado no Palácio das Artes e o país homenageado será a França.


O FIQ é uma grande oportunidade para os amantes de quadrinhos conhecerem novos autores (de perto) e seus trabalhos. Sempre são realizadas exposições, palestras e oficinas que contribuem para que fãs descubram o modo de trabalho de seus autores favoritos e para que aspirantes a profissionais na área se inspirem nos seus mestres.


Nunca me esquecerei da aula sobre roteiro que tive com Gianfranco Manfredi, roteirista do fumetti Mágico Vento. Serei sempre grato aos capixabas da Revista QUASE, que cederam a vaga deles para mim (será que eles se lembram disso?).


Tenho guardados a sete chaves os autógrafos que ganhei em algumas das edições. Aqui, mostrarei três desses autógrafos: os primeiros são dos gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá, quadrinistas talentosos que já são famosos internacionalmente, e o segundo, de David Lloyd, desenhista de V de Vingança. Reparem que, no dia, tive a cara de pau de esquecer em casa as revistas dos respectivos artistas... hehehe

O blog do 6º FIQ já está on line (cliquem aqui). É possível conferir a lista de autores confirmados, entrevistas, fotos e curiosidades sobre o evento.


Parabéns aos organizadores, que estão sempre se superando para tornar o Festival cada vez melhor!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Minha 100ª edição de Revista A TURMA!


Faço ilustrações para a Revista A TURMA desde 1999 e, por isso, em dezembro deste ano, atingirei a marca de 100 edições que publicaram minhas ilustrações! Ufa! Nem conto o número de ilustrações, pois estas ultrapassaram a marca de mil. A edição de agosto/2009 terá minha 50ª capa, observando o fato de que duas capas eu apenas diagramei, ou seja, não contribuí com desenhos meus. São marcas para se comemorar, com certeza!

Ao longo desses anos, é possível sentir mudanças em minha arte, pois, desde então, venho aprendendo e evoluindo bastante, naturalmente, graças a Deus! Comecei a desenhar para a Revista através da oportunidade, na época, criada pela minha professora de inglês (Júlia Márcia de Souza G. Amaral) e pela diretora do colégio onde eu estudava (Profª Ana Maria S. de Souza). Eu estudava no Liceu Imaculada Conceição (hoje Liceu Santa Maria Imaculada), estava na 8ª série/EF e fiz um trabalho de inglês em que fui obrigado a utilizar muitos desenhos que, antes, eu fazia apenas para passar o tempo. Esses desenhos foram levados ao diretor da Revista que era o Pe. Antônio Sérgio Palombo de Magalhães (saudades...). Ele gostou e me chamou para juntar a sua equipe criativa.

Serei eternamente grato a essas pessoas! Tenho muito prazer em fazer ilustrações para a Revista A TURMA. Um dia, em outra postagem, continuo a contar sobre o início de minha carreira (que ainda tem muito para alcançar, com certeza).

A Revista A TURMA, para quem ainda não conhece, é uma publicação mensal da Arquidiocese de Belo Horizonte, de circulação nacional, destinada às crianças que estão se preparando para receber a Primeira Eucaristia, mas também para as outras que querem aprender um pouco mais sobre a Palavra de Deus. É uma revista de catequese, recheada de atividades e jogos, histórias em quadrinhos, orações, liturgia, ensinamentos sobre o Antigo e o Novo Testamento, curiosidades e vários outros temas relacionados à Igreja Católica.

Quem se interessar em adquirir sua assinatura da Revista A TURMA, pode visitar o site da Arquidiocese de Belo Horizonte e preencher a ficha de cadastro (clique aqui). O preço da assinatura anual é R$25,00. O assinante receberá, durante 1 (um) ano, 10 edições mensais (fevereiro a dezembro). Dúvidas podem ser esclarecidas através do e-mail revistaaturma@arquidiocesebh.org.br ou pelo telefone (31) 3319-3445.