quarta-feira, 29 de junho de 2011

Trabalhos do primeiro semestre de 2011

Já que relembrei na postagem anterior meu trabalho para as capas da Revista A TURMA, decidi reunir nesta aqui algumas ilustrações que fiz para o miolo das edições já publicadas neste ano. Quem não viu impressas, terá a oportunidade de vê-las na tela do computador.


Ilustração para um texto sobre o perdão.






Uma das versões de Sansão que aparecem na edição de maio/2011.


quarta-feira, 22 de junho de 2011

As capas do primeiro semestre de 2011

Essas são as capas que fiz para as edições da Revista A TURMA, de março até julho deste ano. Têm tudo para serem as minhas favoritas, pois, durante a produção, tive total liberdade para diversificar, experimentar e ousar mais, sem medo de críticas (que existiram). Algumas têm uma história interessante de bastidores, que pretendo contar nesta postagem:


Capa de março: a primeira capa do ano, com uma releitura infantil da história de Jonas na barriga da baleia. Já comentei sobre essa capa aqui no blog.


Capa de abril: a capa mais gostosa de fazer (merecia até uma postagem especial, detalhando o processo de produção). Gostei muito da composição, quase Yin-Yang, que serviu para caracterizar as personagens bíblicas Caim e Abel.


Capa de maio: a capa mais polêmica, pois foge totalmente do padrão comum à Revista. Tem cores quentes e agressivas, além de uma versão musculosa e raivosa de Sansão, personagem bíblica cuja força vem de seus cabelos. Isso contribuiu para que um dos Diretores da Revista não a recebesse de forma amigável (o que, para mim, já era esperado que ocorresse). Fiz a capa com motivos puramente comerciais, planejada para atingir um nicho específico do público cativo da Revista: meninos que curtem ação e figuras de super-heróis. Para essa edição, fiz três versões diferentes de Sansão e, propositadamente, deixei a mais impactante para a capa e o editorial. Por isso, considero essa a capa mais corajosa deste ano (por enquanto, hehe...)! Apesar disso, não me arrependo da escolha. Acredito que todo desenhista precisa estar preparado para receber críticas e ter a consciência de que é difícil agradar todo tipo de público ao mesmo tempo. De acordo com o feedback que recebemos dos assinantes, essa capa teve mais efeito positivo que o contrário.


Capa de junho: capa feita para satisfazer outro público da Revista, já que a anterior pode não ter agradado aos cristãos mais radicais. Mas fiz preparado para a possibilidade de essa também causar problemas, já que poderiam associar a imagem de Jesus à de um fantasma, por causa da paleta de cores que escolhi. Felizmente, eu sou o primeiro e único a levantar essa questão.


Capa de julho: com exclusividade, adianto a capa da edição que chegará aos assinantes no próximo mês. Como todas as primeiras, foi feita diretamente no computador, sem usar lápis, papel e scanner. Nessa, o que mais me agrada são as cores e a sensação de alívio e liberdade que ela tenta provocar. Férias, finalmente! Ah, maravilha... Mas, pense nisso depois, Eric, pois antes de suas férias, você precisa entregar a de agosto. Bora desenhar, então!

domingo, 12 de junho de 2011

Charges de Química

No dia 3 de junho, juntamente com o Professor de Química Denis Rodrigues Bastos, fui premiado na Universidade Federal de Minas Gerais pela participação no Concurso de Curiosidades Químicas, promovido pela Diretoria de Divulgação Científica, Coordenadoria de Políticas de Inclusão Informacional e Departamento de Química da UFMG.




Participaram do concurso 47 trabalhos e 19 foram selecionados. As duas charges inscritas, e que ilustram esta postagem, foram selecionadas e expostas no hall do Departamento de Química do Instituto de Ciências Exatas, no campus Pampulha.

A partir do próximo semestre, todos os trabalhos selecionados também serão publicados no projeto "Ciência para Todos", que oferece informações sobre temas próximos ao cotidiano dos usuários dos ônibus de Belo Horizonte, a exemplo do projeto "Leitura para Todos", que divulgou textos literários em diversas linhas que circulam pela cidade.

Quem disse que Química não pode ser uma disciplina divertida?